Arquivo mensal: abril 2012

Linda foto, lindo momento no Viaduto Octavio Rocha conhecido por nós como “Viaduto da Borges”

Imagem

Anúncios

Jac Sanchotene na luta pelo Centro Histórico, em sessão ordinária na Câmara de Vereadores – 1ª Parte

Durante esta semana postaremos três vídeos da participação de Jac Sanchotene em uma sessão na Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre. Representando o Movimento Viva Gasômetro, ela ocupou a tribuna durante a 30ª Sessão Ordinária. Na primeira parte do discurso Jac pontuou algumas lutas do Movimento, como o tombamento da Usina de Gás Carbonado, a ampliação do número de vagas de escolas públicas localizadas no Centro Histórico e a efetiva criação do Parque do Gasômetro, aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores.
Participou também o arquiteto Rogério Dalmolim, autor de um estudo urbanístico sobre o Centro Histórico da cidade.

Como ressocializar assim?

Imagem

O caos das instalações do Presídio Central de Porto Alegre, veiculado pela grande mídia e expostas no perfil do Facebook do juiz Sidinei Brzuska (http://www.facebook.com/sidinei.brzuska) estarreceram o povo gaúcho, que se perguntou: como alguém irá se reinserir na sociedade em instalações como aquelas?

O nosso habitat, o lugar em que vivemos, forja o caráter das pessoas e define quem somos. Um lugar de harmonia, paz, limpeza e organização tende a tornar um ser humano com as mesmas características. Bem como um local sujo, de brigas constantes e desorganizado faz com que as pessoas absorvam isto.

O Presídio Central de Porto Alegre é problema número 1 da segurança pública no RS. Construído em 1959, o Central era para ser um presídio de passagem, ou seja, para abrigar somente pessoas sob a medida cautelar de prisão preventiva ou aqueles que aguardam julgamento. Os que já foram julgados e receberam sentença prisional deveriam sair automaticamente de lá e seguir para outras penitenciárias. Infelizmente, não é o que acontece.

Com capacidade para 1,6 mil detentos, atualmente o Central abriga quase 5 mil presos. Sendo que em 1997 a comunidade carcerária do Central era de 1,9 mil presos. Um aumento de 60% da comunidade carcerária num período de 15 anos.

Pode até ser clichê dizer que somente pobres são presos, e que os ricos não. Mas é a realidade. Estes, se presos, ficam por pouco tempo e logo saem. Enquanto “batedores de carteira” ou “ladrões de galinha”, como se diz àqueles praticantes de crimes menores, como pequenos tráficos de drogas ou roubos, mofam lá dentro e saem piores do que entraram. Assim, o Central se torna uma escola do crime.

Nas condições em que se encontra, o Central não ressocializa ninguém. Tanto pela estrutura física precária quanto pelo abandono do Estado aos detentos, que ficam desassistidos, desamparados e esquecidos no terror das paredes de concreto. Dignidade é uma palavra que esbarra no detector de metais e não entra no Central. Impossível conviver junto com baratas, ratos, esgotos e amontoamento de pessoas sem higiene básica.

A reincidência é grande por que o atual sistema de política de segurança pública não serve. Uma saída seriam as parcerias público-privadas, mas os investidores pedem lucros exorbitantes, incompatíveis com o atual orçamento do governo, que é de 3% do total.

Desta forma o blog Por Amor a Porto Alegre se preocupa com estas questões e luta por uma resolução urgente, embora saiba que é um problema de longo prazo. Divulgamos os problemas apresentados pelo Presídio Central e declaramos que somos parceiros para buscar melhorias e fazer o que estiver ao nosso alcance para uma ação efetiva sobre segurança pública no RS. Com mais investimento e mais política talvez consigamos reinserir na sociedade as pessoas que erraram durante a vida.

A importância do Orçamento Participativo

Porto Alegre é referência mundial em democracia participativa. E o Orçamento Participativo (OP) é um mecanismo que ilustra muito bem essa interação popular. Surgido com a promulgação da Constituição de 1988, o OP dá poder à comunidade para exercer a cidadania e decidir sobre investimentos, além de estimular a participação popular na definição de políticas públicas. Porto Alegre é uma das cidades pioneiras no mundo a implantar este mecanismo democrático. Importantes cidades europeias importaram este modelo de participação popular, como Barcelona, Bruxelas e Sant-Denis. Além das brasileiras Aracaju, Blumenau, Belo Horizonte, Guarulhos, Recife, entre outras.

Costumeiramente ocorrida em assembleias abertas ao público, onde a sociedade em geral tem voz e voto, o OP é organizado por temas e regiões. Ontem, 23/4, no teatro Dante Barone, foram votadas as prioridades na temática cultural da cidade. E na próxima quinta-feira, 26/4, também no teatro Dante Barone, a partir das 19h, serão votadas as prioridades para região central da capital, onde moram em torno de 50 mil pessoas. Por isso a importância de todo cidadão portoalegrense exercer a cidadania, comparecer e votar. Pois o Centro Histórico de Porto Alegre se torna, muitas vezes, o segundo bairro de todo morador da capital, pois nele circulam diariamente de 400 a 500 mil pessoas.

Ter a consciência de que é preciso ser cidadão é fundamental. Participar de uma ferramenta democrática como esta, onde se pode opinar sobre os investimentos, é como ser um gestor público por alguns instantes e fazer tudo aquilo o que gostaria, influenciando os governantes. É você no lugar deles.

Se você tem preferência por algum tema específico, seja cultura, educação, saúde ou segurança, e preza por uma região especial da cidade, não pode deixar de participar. Em 2012, as assembléias irão ocorrer de 16/4 a 22/5 e as datas dos temas e regiões podem ser conferidas aqui.

O Por Amor a Porto Alegre apoia esta ideia. Participe!

Imagem

Crédito foto: CMCPOA

 

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Or%C3%A7amento_participativo

Festival de cultura japonesa acontece pela primeira vez em Porto Alegre

Pela primeira vez em Porto Alegre, o Festival das Flores Hanamatsuri, traz para bem perto dos gaúchos um pouco da milenar tradição nipônica. Os portoalegrenses poderão conferir no próximo sábado e domingo, 21 e 22/4, na Usina do Gasômetro, diversas atrações da cultura oriental, como: cerimônia inter-religiosa de nascimento do Buda Shakyamuni, mostra de cinema e fotografia, apresentações de música, danças típicas, artes marciais, palestras sobre temas relacionados à educação pela paz, cuidados com o meio ambiente, gastronomia, comercialização de pratos típicos orientais, exposição de artesanato e bonsai, apresentação de TAIKO (tambores japoneses), oficinas de origami, shodô, ikebana, espaço de meditação e de cura com SHIATSU, espaço de divulgação da cultura japonesa, tibetana, gaúcha, negra, indígena e andina.

A entrada é franca.

Imagem

Homenagem do blog ao Dia do Índio

No Dia do Índio, um vídeo dos guaranis se apresentando no Centro de Porto Alegre:

 

Homenagem do blog à repórter Adriana Blacchi

Adriana Blacchi é uma repórter diferente da noite porto-alegrense. Acompanha as festas nas casas noturnas da capital de um jeito descontraído, brincando com os baladeiros de plantão. Mas uma peculiaridade faz dela realmente única: o estrabismo. Visto como um problema de padrão estético na televisão brasileira, alguém com esta característica certamente não teria espaço. Porém, Adriana lida com isso de forma muito tranquila e faz sucesso na internet.
Abaixo um vídeo em que ela faz cobertura do show da banda Blitz em uma boate de Porto Alegre:

 

Para refletir

A existência de todos os seres tem um princípio em comum: habitamos um mesmo lugar, a Terra.

Todos os elementos que constituem o mundo são interdependentes, fazem parte de um todo. Não há um hiato. O mundo mineral, vegetal, animal, humano, sutil, existem um pelo outro, um para o outro.

Mas os humanos – nós – vivemos como que sendo os únicos seres existentes. Faz-se urgente, portanto, despertar-nos deste marasmo egóico e abraçarmos uma ou mais causas já existentes (*), que buscam o “retorno” ao grande legado da unidade. Precisamos tomar consciência de nossas responsabilidades para manutenção da vida, da qualidade desta manutenção da vida global. Jamais nos será permitido ficar apenas no patamar da materialidade e satisfação pessoal.

Esta grandiosa e bela unidade por nós herdada já vem cobrando…

Nossos filhos não terão do que, onde e por que viver se continuarmos nesta loucura destruidora.

Vamos, ainda há tempo, não se torne um inimigo da humanidade! Assuma seu “Dharma”, seu papel no grande teatro da criação. Faça-o da melhor forma possível e creia: a sua alegria depende desta realização.

*  como o projeto Viva Gasômetro.

Mercedes Bodê

Instrutora de Yoga

Imagem






O texto acima foi escrito a convite do blog. Quem desejar postar artigos com a mesma proposta, poderá entrar em contato por aqui.

Um vídeo tudo a ver com Porto Alegre 2 – continuação

Um vídeo tudo a ver com Porto Alegre

%d blogueiros gostam disto: