Arquivo mensal: junho 2012

Érico Verissimo mais uma vez

Mais uma frase do gaúcho de Cruz Alta, um dos maiores ecritores brasileiros, autor de clássicos como O Tempo e o Vento, Olhai os Lírios do Campo, Solo de Clarineta e outros:

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Os pescadores de Porto Alegre

A Colônia dos Pescadores “Z5”, na Ilha da Pintada, foi criada em 1921 por um pequeno grupo de moradores.
Imagens: Lacê Cirne
Reportagem: Léo Sant´anna
Finalização: Vanderlei Torbis

A alegria de morar no Bairro Tristeza


Dando sequência à história dos bairros de Porto Alegre, falaremos agora sobre mais um localizado na Zona Sul.

Assim como a maior parte da Zona Sul, originalmente o Bairro Tristeza caracterizava-se por ser rural e bastante tranquilo, longe da movimentação e a vida cultural do centro. A pA construção da Estrada de Ferro do Riacho, com terminal na Tristeza, arópria origem do nome do bairro atesta isso: um dos primeiros

moradores da região, José da Silva Guimarães, possuía uma chácara no que hoje é
conhecida como Vila Conceição. As características pessoais deste pioneiro, a quem
atribuíam um semblante triste, acabaram por designar o nome do bairro.
O Tristeza abrangia uma área maior do que a atual, englobando os que hoje são
seus vizinhos (Vila Conceição e Vila Assunção, bem como partes de Camaquã e Pedra
Redonda). No entanto, toda essa vasta área só teve alguma movimentação maior a partir
do final do século XIX, com a instalação de agricultores italianos que não haviam
conseguido lotes de terra na Serra gaúcha. A colônia agrícola, batizada de Teresópolis,
ironicamente acabou vingando nas proximidades do principal acesso ao Tristeza, a
estrada proveniente da Cavalhada, onde hoje se localiza justamente o bairro atual de
Teresópolis. Com isso, o primeiro ciclo de impulso à ocupação do Tristeza não havia
sido bem sucedido.

princípio serviria para transportar o lixo produzido pelo centro de Porto Alegre para os
aterros da Zona Sul. No entanto, a curiosidade da população, despertada pela presença
dos trens, fez com que se desenvolvesse o uso para transporte de passageiros deste
ferrovia, o que estimulou de maneira decisiva o crescimento do bairro. Essa facilidade
de deslocamento para o Tristeza permitiu que muitas pessoas de maior poder aquisitivo
pudessem desafogar o já populoso Centro, comprando propriedades na faixa de terra
entre a ferrovia e o Rio Guaíba e instalando casas de veraneio com arquitetura em forma
de chalé. Estimulados pela construção de uma faixa de concreto, alguns desses novos
moradores passaram a não apenas veranear, mas também a morar no bairro.

Apesar do desenvolvimento que a instalação de trem proporcionou, a
eletricidade somente chegou ao bairro em 1923, proveniente das linhas de transmissão
da Vila Assunção. No mesmo ano, o Dr. Mario Totta patrocinou a festa do “enterro do
lampião”.

Hoje a principal via de acesso ao bairro é a Avenida Wenceslau Escobar, que
teve inicialmente a designação de Rua Borges de Medeiros e de 11 de Setembro, até ser
definida com seu nome atual em 1951. Esse novo caminho para a Zona Sul de Porto

Alegre proporcionou uma ligação muito forte entre a Tristeza e o Cristal, visto que, com
a construção do hipódromo do Cristal, desenvolve-se uma intensa atividade imobiliária
na região. Dessa forma, por tabela o crescimento do Cristal impulsiona a atividade
balneária tradicional do bairro Tristeza.

Seguindo essa lógica, o Clube dos Jangadeiros se consolidou como uma das
maiores agremiações no ramo dos esportes aquáticos e lazer da Zona Sul. Seu
idealizador, Leopoldo Geyer, tinha a ideia de trazer a vela, então concentrada em
Navegantes, para o bairro Tristeza. A partir da compra de uma pequena chácara, o
Clube foi se expandindo, até participar de competições nacionais e de abarcar esportes não-aquáticos, como o tênis.

Em 1961, a construção da Ilha dos Jangadeiros possibilita melhores condições de navegabilidade para os velejadores associados. Situa-se na rua Liberal, próximo ao Morro do Osso, o Cemitério da Tristeza, implantado em meados de 1951.

Atualmente, o bairro Tristeza caracteriza-se por ser um bairro residencial, e a
Avenida Wenceslau Escobar concentra boa parte do comércio. Na região da orla do Rio
Guaíba, predominam casas de alto valor, enquanto que na área próxima ao bairro
Camaquã há edifícios de médio e pequeno porte. Já a zona próxima ao Morro do Osso
(limítrofe ao Bairro Ipanema), ainda há a sobrevivência de uma tranquilidade que foi
perdida com o processo de urbanização ao longo do século XX.

Fonte: Centro de Pesquisa Histórica vinculada a Coordenação de Memória Cultural da Secretaria Municipal de Cultura

Um pouco da história da Vila Assunção

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Cortado pela Pereira Passos, a Avenida Guaíba tratava-se, inicialmente, de um
estreito acesso ao interior da chácara de José Joaquim Assunção, primeiro proprietário
dessa região, dando o seu nome ao bairro. A chácara compreendia quase toda a Ponta do
Dionísio, área hoje ocupada pelo Clube Veleiros. Nessas terras, primeiramente foi
instalada uma charqueada, depois tornou-se uma olaria, inicialmente movida por tração
animal e, mais tarde, passou a ser movida a vapor. Havia também um espaço destinado
à plantação e criação de animais. No local também funcionava uma pedreira.

E foi essa pedreira que forneceu material para a construção do cais do porto. Em
função disso, o município destinou à região um trem, que tinha como objetivo
transportar não só as pedras, mas também as mercadorias para região.

Na época, o proprietário da área, José Assunção, instaurou grande polêmica junto às
autoridades, tendo em vista o projeto do governo em passar a área da pedreira para o
domínio do Estado, além do local ser considerado excelente para depósito de dejetos.
Em 1937, a viúva do proprietário, Filisbina Assunção, fez um acordo com a empresa Di
Primo Beck, que realizaria a urbanização de parte da região, desde que fosse destinado
parte do loteamento para família, nascendo a Vila Assunção. Em 1959, o bairro é
oficializado como tal.

Com a abertura de vias de acesso e conseqüente implantação de transporte
público, o bairro se desenvolveu bastante. Atualmente, caracteriza-se por sua
arborização, e por ser essencialmente residencial. A denominação de suas ruas
homenageia os índios Tupi-Guarani, bem como personagens de nossa história.

 

Fonte: Centro de Pesquisa Histórica vinculada a Coordenação de Memória Cultural da

Secretaria Municipal de Cultura.

O Positivismo em Porto Alegre

Localizado na Avenida João Pessoa, em Porto Alegre, a capela é uma das únicas no mundo projetada conforme a descrição de Augusto Comte, o francês fundador do positivismo, movimento que inspirou a proclamação da República e o lema da bandeira do Brasil, Ordem e Progresso.
Os Positivistas governaram o Rio Grande do Sul por mais de 40 anos, desde o final do Império até a década de 1930. Entre os principais expoentes gaúchos dessa doutrina estão Júlio de Castilhos, Carlos Barbosa e Borges de Medeiros.
Imagens Lacê Cirne
Reportagem: Léo Sant´anna
Finalização: Vanderlei Torbis

Um memorial dedicado à Pimentinha

No Memorial Elis Regina ela ganha voz e você revive imagens em movimento. O telão que sempre projeta trechos de shows fica exatamente sobre o palco, um dos tantos que marcaram a trajetória da artista.
Imagens: Lacê Cirne,
Reportagem: Léo Sant´anna
Finalização: Vanderlei Torbis,

Meio ambiente é tema do próximo debate sobre código de posturas

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Posturas Municipais para Preservação do Meio Ambiente é o tema que será debatido, na próxima terça-feira (19/6), às 19h, pela Comissão Especial da Câmara Municipal de Porto Alegre. Estão confirmados os painelistas Marcelo Leal Markusons, Assessor Jurídico da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Gustavo da Silva Santana, Procurador do Município de Alvorada e mestre em Direito Ambiental Nacional e Internacional.

Na oportunidade, serão discutidas questões como a poluição sonora, atmosférica e das águas; o controle da emissão de alvarás provisórios para atividades potencialmente poluidoras; normas de regulação das atividades de extração mineral e a prevenção de danos ambientais. Esta é a 7ª reunião da comissão que está analisando e revisando o Código de Posturas da Capital.

A série de debates começou no dia 24 de abril com a conferência do antropólogo Roberto DaMatta.  O atual Código de Postura foi criado em 1975. Conforme o presidente da comissão, vereador Sebastião Melo (PMDB), o relatório prévio da Revisão do Código de Posturas e o relatório final da comissão especial deverão ser apreciados pelos vereadores no dia 3 de julho.

Os encontros das terças-feiras são abertos ao público e realizados na sala 301 (Comissões) do Palácio Aloísio Filho, sede da Câmara Municipal de Porto Alegre, sito a Avenida Loureiro da Silva, 255.

O Mini Zôo do Parque Farroupilha

O Mini Zôo do Parque Farroupilha de Porto Alegre foi criado em 1927, e já mudou de localização diversas vezes.
Esta foi mais uma reportagem da série Conheça Sua Cidade, exibido pelo SBT, canal 5.
Imagens: Lacê Cirne
Reportagem: Léo Sant´anna
Finalização: Vanderlei Torbis

Fabrício Carpinejar estreando nos painéis

Dando sequência à série “frases de autores gaúchos”, um painel do escritor e poeta Fabrício Carpinejar. Ainda em clima de dia dos namorados…

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Uma bonita iniciativa nas ruas de Porto Alegre

Um grupo de moradoras resolveu dar mais cor às ruas e às árvores da capital gaúcha. Isso aconteceu na Anita Garibaldi:

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